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Com fim da contribuição obrigatória, ministro estima que mais de 3 mil sindicatos desaparecerão

Com o início da vigência da nova lei trabalhista neste sábado (11), a contribuição sindical obrigatória, que era cobrada no valor de um dia de salário de cada trabalhador, deixa de existir e, por conta disso, deverão desaparecer mais de três mil sindicatos. A avaliação foi feita pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em entrevista exclusiva aoG1.

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Atualmente, segundo o ministro, há cerca de 16,8 mil sindicatos no Brasil, dos quais 5,1 mil são patronais. O restante, cerca de 11,3 mil, representa os trabalhadores.

“Eu acredito que deverá reduzir em 30% dos 11,3 mil sindicatos [dos trabalhadores]”, declarou o ministro. Segundo Nogueira, essa redução vai acontecer porque parte dos sindicatos vai se fundir a outros.

Segundo Ronaldo Nogueira, os sindicatos dos trabalhadores que tendem a desaparecer são aqueles que não realizaram, nos últimos três anos, acordos coletivos, considerados por ele como uma das “razões fundamentais da organização sindical”.

“A grande realidade é que o movimento sindical no Brasil vai ter de olhar para dentro e vai ter de se reconstituir no sentido de voltar a ter representação sindical por categoria. Para que os acordos coletivos de trabalho, que tenham força de lei, possam ser deliberados por um sindicato forte. E que realmente ofereça uma contraprestação ao trabalhador, que vai contribuir com alegria”, declarou.

Leia mais em: https://g1.globo.com/economia/noticia/com-fim-da-contribuicao-obrigatoria-ministro-estima-que-mais-de-3-mil-sindicatos-desaparecerao.ghtml

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Economia, Expresso Nacional,

Propostas de Bolsonaro para a economia

O deputado Jair Bolsonaro, favorito para vencer as eleições presidenciais de 2018 em virtude de sua atividade parlamentar estar em acordo com o que é prioritário para a população e não ter histórico de corrupção, é francamente atacado em virtude da sua sinceridade de não dominar ou não ter um plano de salvação para a economia nacional.

Seus críticos, tentando associar uma catástrofe econômica caso seja eleito, chegam a dizer que Bolsonaro é economicamente idêntico ao PT. Contudo desconsideram o que realmente pensa e diz o deputado carioca a respeito do que faria no campo econômico caso fosse eleito presidente do Brasil.

Primeiramente, o deputado se autodeclara como um liberal, mas não no campo social, mas, sim, econômico. Ou seja, ele defende que o desenvolvimento econômico de um país deve ficar a cargo da livre iniciativa, que quanto menos o Estado intervir nas decisões dos indivíduos, mais próspero será a nação. Para Bolsonaro, quem tem que gerar emprego é o empresário, e não o político.

O deputado é a favor de independência do Banco Central, é favor da privatização e até extinção de certas estatais, pois reconhece que elas são meios de corrupção, servindo apenas de cabide de empregos para os aliados políticos do mandatário vigente.

Reconhece que obras infraestruturais, inclusive no setor energético, se possível, devem ser feitas pela iniciativa privada. É contra os subsídios públicos às grandes corporações — um dos meios de corrupção investigados pela Lava Jato.

Defende um ponto final nas relações promíscuas de trabalho, redução de impostos, burocracias, parcerias público-privadas, abertura para investimentos e diálogos com EUA, Japão e Coreia do Sul, defendeu o fim da Lei Rouanet.

Defende uma solução para questão indígina sem que prejudique o agronegócio e lei antiterrorismo que atinja o MST.

Sem contar, claro, que os forças policiais estejam mais bem equipadas para enfrentar o crime e que um cidadão bem possa se armar para defender seu patrimônio, afinal de contas, se temos que fechar nosso comércio às 17h por medo de assaltos noturos, perdemos cerca de 4h de faturamento, no mínimo.

Talvez Bolsonaro não entenda de economia, mas ao menos ele entende de uma coisa: sabe que precisa aprender mais e tem se cercado de conselheiros, de pessoas que são mais competentes do que ele no campo econômico para orientá-lo quanto ao que deve ser feito nessas áreas.

Pode esperar mais, pois esse é apenas o deputado Bolsonaro falando. Quando o candidato à Presidência da República apresentar seu Plano de Governo, então veremos um verdadeiro estadista, alguém que preza pela dignidade do povo brasileiro disposto a tirar nosso país da fossa que o PT, PSDB e PMDB colocaram.