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Policial é assassinado no Rio Grande do Norte

(190rn.com) Mais um policial militar foi vitima da violência no Rio Grande do Norte. O cabo Willian, lotado no 4º Batalhão de Polícia Militar foi alvejado e não resistiu aos ferimentos. O crime aconteceu nesta quarta-feira (28), na Rua dos Pioneiros, no conjunto Pajuçara, em Natal.

De acordo com a Polícia, o policial se encontrava na residência de amigos, assistindo a um jogo, quando dois
indivíduos chegaram em uma motocicleta Bros, de cores preta e branca, se aproximaram do portão vazado de ferro da residência por onde efetuaram disparos de arma de fogo contra o policial que chegou a responder à injusta agressão, efetuando disparos de arma de fogo contra os meliantes que fugiram com destino ignorado.

Ainda, segundo o oficial de operações do 4º BPM (Fox07), o policial atingido não resistiu aos ferimentos e foi a óbito ao dar entrada na unidade de saúde. A arma do policial foi recolhida pelos policiais. Buscas ainda foram realizadas, mas nenhum suspeito foi preso até o momento.

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Novos outdoors de Bolsonaro são inaugurados em Natal

Após 1 um mês da inauguração dos primeiros outdoors de Bolsonaro em Natal, agora mais dois foram instalados: um na Av. Prudente de Morais com a Av. Bernardo Vieira, e outro na Av. Felizardo Moura, Quintas.

Os outdoors são financiados pela iniciativa privada e representa o anseio da população natalense por legítimos representantes.

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Presidente Evo Morales, aliado de Lula e Dilma, criminaliza evangelização

Lideranças católicas e evangélicas da Bolívia estão denunciando a tentativa do presidente Evo Morales criminalizar a evangelização. O “Novo Código do Sistema Criminal” boliviano, proposto em dezembro e que deve ser aprovado em breve, trouxe uma série de mudanças na legislação, visando se conformar à visão bolivariana de sociedade.

Bispos católicos e pastores de diferentes igrejas evangélicas chamam atenção o artigo 88, que prevê com prisão de sete (7) a doze (12). O problema é que seu 12º parágrafo caracteriza como crime“o recrutamento de pessoas para participação em organizações religiosas ou de culto”.

Nesta segunda-feira (8), centenas de cristãos fizeram manifestações na capital La Paz. Além dos líderes religiosos, também protestam os advogados e os jornalistas. Eles denunciam que o Novo Código do Sistema Criminal acaba com a liberdade de imprensa nos artigos 309, 310 e 311, que tratam de “injúria e difamação”. Na prática, eles preveem prisão para quem fizer denúncias contra o governo e os políticos bolivianos.

O argumento central do governo boliviano é que a liberdade de expressão (seja ela religiosa ou na imprensa) é uma “concessão de Estado”. Esse é um pensamento típico das ditaduras, que aproxima mais ainda a Bolívia da Venezuela, que compartilha do mesmo ideal “bolivariano” – que nada mais é uma forma latino-americana de comunismo.

Um grupo de representantes da associação Igrejas Evangélicas Unidas revelou fez um ato em frente ao Palácio do Governo e à Assembleia Legislativa, que deverá aprovar as mudanças propostas por Evo Morales. Eles divulgaram uma declaração onde exigem “a revogação total do Novo Código do Sistema Criminal”.

Susana Inch, assessora jurídica da Conferência Episcopal Boliviana (CEB), disse que “Há uma forte preocupação na Igreja Católica e em todas as instâncias religiosas por causa do conjunto de leis que estão gerando ambiguidades, onde os direitos fundamentais das pessoas podem ser afetados… resultando em uma perseguição injustificada”.

Segundo os pastores, o artigo 88 dá margem a interpretações de que qualquer atividade de evangelização seja criminalizada. Também dizem que isso inviabiliza o trabalho com pessoas que recebem nos centros de recuperação de alcoolismo e dependência de drogas dirigido por religiosos.

As propostas da nova lei contradizem o artigo 4 da Constituição da Bolívia, que prevê a liberdade de culto.No entendimento dos líderes religiosos, toda manifestação fora dos templos estaria sujeita à censura, o que impediria, por exemplo, retiros de igrejas, procissões ou caminhadas do tipo “Marcha para Jesus”.

Chamam a atenção também para as “restrições à realização de atividades em grupo”, contempladas na nova legislação, que poderia resultar na intromissão do governo nas atividades das igrejas, como cultos.

A liderança da Assembleia de Deus da Bolívia emitiu um pronunciamento, dizendo que o país se encontra em uma “situação de emergência, que pelo visto é gravíssima”. Os pastores também são contrários ao artigo 157, que legaliza do aborto.

Com informações deLa RazóneLos Tiempos