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Sociedade,

UFRN com partido: universidade cria disciplina “sobre o golpe de 2016 e a democracia”

Noticiado pelo Saiba Mais, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) cadastrou a disciplina “Seminário Temático II: o golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil” pelo curso de pós-graduação em Ciências Sociais e também vai oferecer um curso de extensão para receber a comunidade de fora da universidade em razão da demanda.

Segundo o idealizador da disciplina, o professor Alex Galeno: “O debate sobre a Escola sem Partido tentou contaminar o movimento que nasceu nas Ciências Sociais. Veja que na entrada da UFRN foi instalado há pouco tempo um outdoor da UFRN sem Partido tentando chamar a atenção da sociedade”

Com a disciplina, o professor apenas atesta o motivo que instalamos o outdoor contra a partidarização da universidade.

É claro e evidente o uso político das instituições de ensino, em especial a UFRN, no processo de doutrinação e assédio ideológico. Muitos são os relatos do uso político da universidade, perseguição aos alunos de direita, aos não alinhados com o PT e outros partidos de esquerda.

Com essa disciplina, a sociedade pode atestar a veracidade da nossa denúncia: a UFRN tem partido.

#UFRNSemPartidoJá

 

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Sociedade,

PERIGO! Senadores censurarão redes sociais e blogs independentes

O Conselho de Comunicação Social do Senado elaborou anteprojeto de lei que obriga provedores de internet a retirar do ar, sem necessidade de autorização judicial, notícias consideradas falsas. O texto, que será apresentado aos senadores, retoma ponto polêmico aprovado na reforma política e vetado pelo presidente Temer. Propõe que caberá aos usuários avaliar o grau de confiabilidade das notícias e apresentar reclamação sobre os conteúdos disponíveis na rede. Em caso de queixa, o provedor tem 24 horas para remover ou bloquear o conteúdo.

Conceito. O anteprojeto define como fake news “o texto não ficcional que, de forma intencional e deliberada, tenha o potencial de ludibriar o receptor quanto à veracidade do fato”. Não há definição sobre quem será o árbitro da verdade.

Vai encarar? O texto pune o provedor que não retirar do ar a notícia considerada falsa pelo usuário com multa de 5% do seu faturamento. A regra não se aplica a veículos de comunicação social, se destinando a redes sociais e blogs.

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Sociedade,

O novo Hitler: judeus são perseguidos na França

(Gatestone Institute) Sexta-feira, 12 de janeiro de 2018. Sarcelles. Uma cidade nos subúrbios no norte de Paris. Uma menina de 15 anos a caminho de volta da escola de ensino médio. Ela usa um colar com uma estrela de David e o uniforme de uma escola judaica. Um homem a ataca com uma faca,corta o rosto delae foge. Ela ficará desfigurada para o resto de sua vida.

Em 29 de janeiro, novamente em Sarcelles, um menino de 8 anos usando uma quipá (pequeno barrete circular usado por judeus religiosos) é agredido comchutese socos por dois adolescentes.

Um ano antes, em fevereiro de 2017, em Bondy,dois jovens judeususandoquipásforam brutalmente espancados com pedaços de paus e barras de ferro. Um deles teve os dedos cortados fora com uma serra.

Mais cedo em Marselha, um professor judeu foiatacadocom um facão por um estudante do ensino médio dizendo que queria “decapitar um judeu”. O professor usou a Torá que carregava consigo para se proteger. Ele sobreviveu, mas ficou gravemente ferido.

Na França, os ataques antissemitas têm se multiplicado.

A maioria desses ataques é perpetrada em plena luz do dia. Os judeus sabem que eles têm que ficar de orelha em pé. Agressores arrombam e invadem casas de judeus.

Em setembro de 2017 Roger Pinto, presidente da Siona, principal organização pró-Israel da França, foiespancadoe mantido refém por horas a fio por elementos que arrombaram sua porta.

Sarah Halimi,judia idosa, foi espancada e torturada em seu apartamento em Paris e depois jogada pela varanda.

Em 18 de janeiro de 2018 seis dias após o ataque com a faca em Sarcelles, um dos líderes da comunidade judaica em Montreuil, região leste de Paris, foitorturadoa noite toda por dois homens que arrombaram sua casa pela janela e o atacaram enquanto ele dormia.

Pichações em casas de judeus alertam os proprietários para que “fujam imediatamente” se quiserem continuar vivos. Cartasanônimas com balas de verdadesão colocadas em caixas postais de judeus dizendo que a próxima bala será disparada contra a cabeça do destinatário.

Os judeus franceses que têm condições de emigrar, emigram mesmo. A maioria das partidas é feita às pressas, muitas famílias judias vendem suas casas a preços bem abaixo do valor de mercado. Os bairros judeus que outrora prosperavam agora encontram-se à beira da extinção.

A palavra “judeu” épintadacom letras maiúsculas em lojas e restaurantes judeus. No terceiro aniversário do ataque a um supermercado kasher em Paris, uma mercearia kasher foiincendiadae destruída.

“A cada três ataques racistas perpetrados na França nos últimos dois anos um foi contra judeus, tendo em mente que os judeus representam menos de 1% da população francesa”, denota o mais recenteestudoenviado ao governo francês pelo Serviço de Proteção da Comunidade Judaica.

“O antissemitismo aumentou recentemente de tal forma”, acrescenta o estudo, “que os atos de agressão que não causam ferimentos não são mais denunciados. A maioria das vítimas se sente impotente, temendo represálias caso prestem queixa”.

Os judeus franceses que têm condições de emigrar, emigram mesmo.

Aqueles que ainda não resolveram deixar o país ou cuja situação financeira não permite,se mudampara bairros mais seguros.

A maioria das partidas é feita às pressas, muitas famílias judias vendem suas casas a preços bem abaixo do valor de mercado. Há famílias que se mudam para apartamentos pequenos demais, mas preferem o desconforto do que o risco de serem agredidas ou assassinadas.

A comunidade judaica francesa aparentemente ainda é a maior da Europa, mas está encolhendo celeremente. Em 2000 estimava-se que a comunidade judaica contava com 500 mil pessoas, mas desde então o número já é inferior a400 mile continua diminuindo. Os bairros judeus que outrora prosperavam agora encontram-se à beira da extinção.

“O que está acontecendo é uma limpeza étnica que não ousa dar nome aos bois. Em poucas décadas não haverá mais judeus na França,”segundoRichard Abitbol, presidente da Confederação dos Judeus Franceses e Amigos de Israel.

Sem os judeus da França, a França não será mais a França,salientouo ex-primeiro-ministro Manuel Valls em 2016. Mas ele nada fez.

Recentemente ele afirmou que fez o possível, que não tinha condições de fazer mais. “O problema”ressaltouele, “é que o antissemitismo de hoje na França vem menos da extrema-direita do que de indivíduos da fé ou da cultura muçulmana”.

Ele acrescentou que na França, pelo menos nas duas últimas décadas, todos os ataques desferidos contra judeus em que o autor foi identificado vieram de muçulmanos e que os recentes ataques também foram perpetrados por eles.

Valls logo sofreu as consequências de sua franqueza. Ele foi marginalizado da vida política. Sites muçulmanoschamaram-node “agente do lobby judeu” e “racista”. Ex-líderes de seu próprio partido, como o ex-ministro das relações exteriores Roland Dumas,realçouque a esposa de Valls é judia, insinuando que ele estava “sendo influenciado por ela”.

Na França, é perigoso falar a verdade sobre o antissemitismo islâmico. Para um político, é suicídio.

Os políticos franceses, sejam de direita sejam de esquerda, sabem que reina a correção política e que transgredir suas normas tácitas engendram a exclusão da mídia e efetivamente a condenação ao ostracismo. Eles sabem que certas palavras não podem ser ditas na França e que as organizações “antirracistas”garantemque ninguém possa criticar o Islã.

Uma nova edição de umlivro escolarde história da oitava série de uma escola pública, afirma explicitamente que na França é proibido criticar o Islã e cita uma sentença judicial para respaldar a afirmação.

Os políticos veem que o número de muçulmanos na França é tão grande que é praticamente impossível vencer uma eleição sem ovoto muçulmanoe que a diferença na taxa de natalidade entre muçulmanos e não muçulmanos tornará essa disposição ainda mais premente nos próximos anos.

A classe política também vê que as 600 “zonas proibidas” estão se multiplicando, que os muçulmanos radicalizados podem matar e que revoltas violentas podem explodir a qualquer momento. Na França, mais de 500 pessoas foramassassinadas ou mutiladaspor terroristas islâmicos em menos de quatro anos.

Os políticos também veem que ondas de migrantes do Oriente Médio e África criaramfavelasque estão, em grande medida,fora do controleda polícia, que asprisões francesasestão prestes aexplodir, que os judeus não têm peso eleitoral e que no fundo são impotentes.

De modo que a classe política optou pela inércia, negação e acovardamento.

Nos bairros muçulmanos da França, os imãs islâmicos fazem duras críticas à “má influência” dos judeus e disseminam teorias daconspiraçãoantissemita. Os políticos franceses se calam.

Aslivrariasislâmicas da França vendem livros proibidos, como o fraudulentoProtocolos dos Sábios de Sião, além de CDs e DVDs de violentosdiscursos antissemitasde pregadores radicais. Por exemplo, Yussuf al-Qaradawi, líder espiritual da Irmandade Muçulmana, proibido de entrar na França e nos EUA,afirmalamentar que Hitler não “terminou o serviço”. Os políticos franceses se calam.

Em que pese que as sinagogas da França não tenham sido atacadas desde 2014, todas estão sendo protegidas 24 horas por dia.Soldados armadosusando coletes à prova de balas estão entrincheirados atrás de sacos de areia, bem como escolas e centros culturais judaicos.

Foto: soldados franceses montam guarda diante de uma escola judaica em Estrasburgo, fevereiro de 2015. (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)

Enquanto isso, as leis destinadas a punir as ameaças antissemitas agora são usadas para punir aqueles que as denunciam.

Seis anos atrás o escritor Renaud CamuspublicouLe Grand Remplacement(“A Grande Substituição”), um livro observando que os judeus e os cristãos não estão apenas sendo substituídos pelos muçulmanos, mas que são muitas vezes assediados e perseguidos. Ele lamentou a destruição de igrejas e descreveu os ataques aos judeus como “lento pogrom”. Ele foiduramente criticadopor “incitar o ódio”.

Recentemente, o jornalista Éric Zemmoursalientouque nos bairros muçulmanos, os muçulmanos vivem “de acordo com suas próprias leis”, forçando os não muçulmanos a se mudarem. Ele foi considerado culpado por “incitamento” emultado.

Um repórter que recentemente fez umdocumentáriosobre os bairros muçulmanos na França,concluiuque a Irmandade Muçulmana e outras organizações islamistas radicais estão se apoderando rapidamente das comunidades muçulmanas francesas, espalhando ódio contra os judeus e o Ocidente, constatando que eles possuem inúmeras escolas onde se leciona ajihad.

O governo francês, salientou ele, está financiando essas escolas, sendo portanto cúmplice em semear a devastação que poderá facilmente ir muito além da destruição dos judeus franceses. “A ocupação do Ocidente”,ressaltouele, “será alcançada sem guerras, silenciosamente, por meio da infiltração e subversão”. Nenhuma emissora de TV francesa transmitiu isso, nem planeja transmitir. O documentário foi ao ar somente em Israel.

As manifestações anti-Israel apoiam o terrorismo. As pessoasgritam“morte aos judeus”, mas essas pessoas nunca são presas por “discurso de incitamento ao ódio”.

Levantamentos mostram que a disseminação desenfreada do antissemitismo muçulmano e a consequente violência geraram a escalada doantissemitismo generalizadoque claramente lembra os períodos sombrios da história.

Umaporcentagem cada vez maiorde franceses dizem que os judeus na França são “numerosos demais” e “visíveis demais”.

Estudos do Ministério da Educação da Françarevelamque expressões como “não aja como um judeu”, cujo objetivo é criticar um aluno que esconde o que pensa, são amplamente utilizadas em escolas públicas. Estudantes judeus são cada vez mais objeto de abuso, não só de estudantes muçulmanos.

Há poucos dias, a comedianteLaura Launefoi avencedorado programa de TV “A França tem um Talento Impressionante”. Algumas de suas piadasdebochamdo fato de que havia menos judeus no mundo em 1945 do que em 1939. Organizações judaicas protestaram, em vão. Agora, suas apresentações ficam superlotadas. O comediante antissemita Dieudonné também se apresenta com acasa cheia.

Recentemente, a prestigiada editora francesa Gallimard, se dispôs em publicar novamente as obras antissemitas de Louis Ferdinand Celine, francêsadmiradorda Alemanha Nazista e fortedefensordo extermínio dos judeus da Europa durante o governo francês de Vichy. O primeiro-ministro francês Edouard Philippesalientouque era a favor de publicar novamente a obra, enfatizando que não se pode negar o “papel central de Celine na literatura francesa”. O famoso caçador de nazistas Serge Klarsfeldrespondeuque os textos que mandaram seus pais para a morte “não devem ser disponibilizados novamente”. Gallimardadioua publicação, por ora.

Anos atrás, o “dever da memória”, o que tinha sido feito aos judeus, foi objeto de muitos artigos. No mês passado, em 27 de janeiro, dia internacional do “Remembrance Day”, dia dedicado à memória do Holocausto, nenhum jornal francês tocou no assunto.

O presidente francês Emmanuel Macron também ficou calado. Eletuitouevocando “Auschwitz” e a necessidade de “se preservar a paz, união e tolerância”. Ele não disse uma palavra sobre judeus ou Holocausto. É difícil ver onde estão a “paz, união e tolerância”, na França de hoje, principalmente se você for um judeu francês.

Dr. Guy Millière, professor da Universidade de Paris, é autor de 27 livros sobre a França e a Europa.

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Sociedade,

Igreja sem partido, já

Assim como ocorreu na década de 80, com o advento da Teologia da Libertação – doutrina comunista travestida de cristianismo, nos dias atuais o petismo volta a utilizar sem qualquer pudor os púlpitos e altares das igrejas cristãs, principalmente da Igreja Católica, para promoção de ideologias contrárias a Doutrina Cristã, de mentiras e assassinato de reputações.

PT transforma igreja em comitê de defesa do Lula no RN

DENÚNCIA GRAVE – Campanha da Fraternidade financia MST e ONGs abortistas!

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Sociedade,

MAIS UM ESCÂNDALO NA CNBB: Duas mulheres “concelebram” a Missa com bispos da CNBB

(FratresInUnum.com)Foi em 13 de fevereiro de 2018 que aconteceu 41ª Romaria da Terra, celebrada na cidade de Mampituba, Diocese de Osório, no Rio Grande do Sul.

Como se já não bastassem as “pregações” da Deputada Maria do Rosário (PT-RS) e do Monge Marcelo Barros, ambos conhecidíssimos por suas posições, digamos, pouco ortodoxas, os bispos presentes admitiram no altar duas pastoras protestantes como “concelebrantes” na Santa Missa.

No momento da Consagração, as duas pastoras estendem as mãos e proferem as palavras da instituição da Eucaristia.

No vídeo, a partir do minuto 50’20’’, ouve-se claramente a Consagração da Missa e se vê as duas mulheres, paramentadas de túnica e estola, estendendo as mãos e tomando parte no ato “concelebrativo”.

Presidiu a Santa Missa o Exmo. Bispo Diocesano de Osório, D. Jaime Kohl. Concelebraram os Exmos. Bispos:

  • D. Jacinto Bergmann (arcebispo de Pelotas)
  • D. Carlos Romulo (bispo de Monte Negro)
  • D. Alessandro Ruffinoni (bispo de Caxias do Sul)
  • D. Adilson Busin (bispo auxiliar de Porto Alegre)
  • D. Aparecido Donizeti de Souza (bispo auxiliar de Porto Alegre)
  • D. José Mario Stroeher (bispo emérito de Rio Grande)

Assim como o Pároco do lugar e um diácono.

Trata-se de um sacrilégio gravíssimo. Além de aCommunicatio in sacrisser terminantemente proibida pela legislação canônica, a simulação pública de sacramento por parte de mulheres constitui uma violação grave da lei divina e eclesiástica, um verdadeiro atentado contra o sacramento da Ordem e da Santíssima Eucaristia.

Escreva imediatamente para a Nunciatura Apostólica do Brasil, para a Congregação para a Doutrina da Fé e para a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. Estes bispos precisam se retratar e, caso não o façam, deveriam ser excomungados imediatamente.

NUNCIATURA APOSTÓLICA
Excelência Reverendíssima Dom Giovanni D’Aniello, Núncio Apostólico
Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ CEP 70401-900 Brasília – DF
Cx. Postal 0153 Cep 70359-916 Brasília – DF
Fones: (61) 3223 – 0794 ou 3223-0916
Fax: (61) 3224 – 9365
E-mail: nunapost@solar.com.br

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ
Excelência Reverendíssima Dom Luis Ladaria Ferrer
Palazzo del Sant’Uffizio, 00120 Città del Vaticano
E-mail: cdf@cfaith.va – Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088

CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO E A DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS
Eminência Reverendíssima Dom Robert Sarah
Piazza Pio XII, 10
00120 CITTÀ DEL VATICANO – Santa Sede – Tel. 06-6988-4316 Fax: 06-6969-3499
e-mail: cultidiv@ccdds.va; vpr-sacramenti@ccdds.va

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Expresso Nacional, Sociedade,

DENÚNCIA GRAVE – Campanha da Fraternidade financia MST e ONGs abortistas!

(PARÁCLITOS) Em 2017, a Campanha da Fraternidade teve como tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”. Como todos os anos, no Domingo de Ramos (que caiu no dia 09 de abril de 2017) houve uma coleta cuja finalidade exclusiva seria o financiamento das obras de caridade decorrentes da CF.

Ao menos, isso é o que pensavam todos os brasileiros que deram a sua contribuição para a coleta. Na prática, não foi bem assim.

Conforme explica o site daCaritas, a coleta promovida pela Campanha da Fraternidade (chamadaColeta Nacional da Solidariedade) forma oFundo Nacional da Solidariedade – FNS(60% do valor arrecadado na coleta) e osFundos Diocesanos da Solidariedade – FDS(40% do valor arrecadado na coleta), cuja finalidade é o “atendimento de demandas a projetos sociais“. O site deixa bem claro que a finalidade dos fundos obtidos com a coletanão éassistencialista.

Até aí, alguém poderia pensar, tudo bem, se há um compromisso da CNBB em financiar projetos sociais católicos (principalmente) e até não católicos que visem mais a promoção humana do que o mero assistencialismo.

Porém, que projetos sociais são esses? Qual é o critério de escolha dos projetos que serão favorecidos pelo dinheiro arrecadado dos fieis católicos em todas as dioceses e paróquias do país?

Embora a CNBB faça bastante propaganda das campanhas da fraternidade, o mesmo não ocorre com a sua prestação de contas. Existe, sim, umsite do Fundo Nacional de Solidariedade(foto abaixo) – mas a imensa maioria dos católicos brasileiros nem sabe que ele existe.

Acessando esse site hoje, dia 19 de fevereiro de 2018, descobri alguns dados estarrecedores:

  • uma das ONGs favorecida pelos recursos do FNS (na verdade, uma associação de ONGs) é a ABONG.Em seu site, entre outros objetivos, a ABONG defende a“legalização do aborto“, o reconhecimento civil da união gay e a liberdade sexual (veja imagem abaixo, à direita);

 

 

 

 

 

 

  • outra organização beneficiada pelo FNS chama-se Fundação Grupo Esquel Brasil. Acessando osite dessa fundação, encontra-se um projeto chamado“Marco Regulatório“, cuja finalidade é definir um novo marco regulatório para as organizações da sociedade civil brasileira. Entre osgestoresdesse projeto estão aABONG(de novo!!) e (pasmem!!) oMST – Movimento dos Sem-Terra(imagens abaixo)!!

 

 

 

 

 

O que isso significa? Simples: que o dinheiro da coleta da Campanha da Fraternidade está financiando, ao menos em parte, ONGs que promovem a legalização do aborto e grupos terroristas como o MST, que invadem terras e destroem propriedades Brasil afora, além de teremassociação com grupos de guerrilha como as FARC!!

E o dinheiro da coleta da Campanha da Fraternidade é o dinheiro de cada fiel católico de boa fé, que espera que a CNBB dará um bom destino à sua contribuição, por menor que seja; que não acredita que o seu dinheiro suado, doado por amor a Deus e ao próximo, possa ser usado para promover invasão de terra e legalização do aborto no Brasil.

O site do Fundo Nacional da Solidariedade não esconde os nomes das organizações que foram beneficiadas com seus recursos. Basta acessar o site do FNS e clicar nas listas de projetos deferidos em cada reunião da comissão responsável. Estão incluídas aí as datas das reuniões e também as datas do repasse dos recursos. Embora sem divulgação, há uma certa transparência.

No entanto, ficam algumas questões escandalosas e sem resposta: por que uma conferência episcopal (a CNBB) beneficiaria com recursos daCampanha da Fraternidade(ou com quaisquer outros) alegalização do abortoe ainvasão de terras? Não vai tudo isso contra a moral católica? Não é a defesa da vida desde a concepção até a morte natural um dosprincípios inegociáveis da Igreja Católica, como disse o Papa Bento XVI em seudiscurso de 30 de março de 2006? E também não é um princípio inegociável o reconhecimento e a promoção da estruturanaturalda família, dentro do matrimônio, união entre um homem e uma mulher? Como, então, a CNBB financia projetos de ONGs que objetivam promover união homossexual e liberdade sexual?

E que dizer da invasão de terras, quando adefesa da propriedade privadaé um dos princípios da Doutrina Social da Igreja Católica? Diz o Compêndio da Doutrina Social a respeito dadestinação universal dos bens:

A propriedade privada é elemento essencial de uma política econômica autenticamente social e democrática e é garantia de uma reta ordem social.
(Compêndio da Doutrina Social da Igreja)

Logicamente que a Igreja Católica não defende o abuso de propriedade, mas requer, em sua doutrina social, que a propriedade dos bens seja acessível a todos, ao menos em certa medida, de modo que todos possam ser, de algum modo, proprietários de bens. E defende que toda propriedade deve ter em vista o bem comum, não apenas o bem daquele que a detém. Isso, porém, não justifica a tomada violenta de propriedade alheia, que éroubo. Aliás, um dos Mandamentos da Lei de Deus, que não pode ser revogada por nenhuma pessoa humana, é justamente osétimo, que diz:“NÃO ROUBARÁS” (Ex 20,15).

Como pode, pois, o dinheiro arrecadado pela CNBB em uma coleta destinada a obras sociais vir a financiar, sem autorização ou conhecimento prévio dos fieis católicos brasileiros, uma organização terrorista como oMST, que subverte a ordem social ao tomar violentamente (e, muitas vezes, destruir) a propriedade alheia, sem qualquer respeito ao direito de propriedade, sem amparo legal, em desobediência a qualquer tentativa governamental de promover pacífica e ordeiramente a Reforma Agrária e que ainda ameaça invadir as ruas das cidades brasileiras para defender seus corruptos de estimação?

A CNBB deve, com urgência, explicações aos católicos brasileiros sobre o uso de recursos doados por eles para defender organizações cujas finalidades estão muito longe daquelas que um católico entende por “projeto social”. Nenhum católico que se preze gostaria de saber que seu dinheiro financia aborto e invasão de terras.

Com tantas instituições vinculadas a paróquias e dioceses católicas passando por imensas dificuldades para manter seu trabalho social junto às populações mais carentes, por que o Fundo Nacional da Solidariedade vai financiar abortistas e terroristas? Quais os critérios de escolha que levam a privilegiar estas e preterir aquelas? A comissão responsável da CNBB dirá quenão sabiade nada, quando basta acessar os sites de tais organizações para descobrir, em poucos minutos, estas finalidades infames?

Enquanto a CNBB não apenas der explicações convincentes a respeito dodesvio de finalidadedo dinheiro dos fieis e enquanto a CNBB não cortar o financiamento a esse tipo de organização,é urgente que os fieis católicos deixem de contribuir para a coleta do Fundo Nacional da Solidariedade.

No Domingo de Ramos, não deposite nenhum dinheiro nos envelopes da Campanha da Fraternidade.

Não permita que o seu dinheiro ajude a financiar o aborto e a invasão de terras neste país, entre outras finalidades que nos são totalmente desconhecidas. Escreva ou ligue para a CNBB e para a Nunciatura Apostólica (endereços, telefones, e-mails abaixo) dizendo da sua inconformidade com esta situação absurda e reclamando providências urgentes.

Núncio Apostólico: Exmo. e Revmo. DOM GIOVANNI D’ANIELLO
Endereço: SES – Av. das Nações – Qd. 801 – Lt. 01/ 70401-900 – Brasília – DF – Caixa Postal: 3383 – CEP 70059-970
Telefone: (61) 3223-0794 ou 3223-0916
E-mail: nunapost@solar.com.br

PRESIDENTE DA CNBB – CARDEAL DOM SERGIO DA ROCHA
Endereço: Esplanada dos Ministérios EMI lt. 12 – CEP 70050-000
Telefone: 3213-3333
E-mail: secretaria.episcopal@arquidiocesedebrasilia.org.br

E enquanto a resposta por parte das autoridades católicas deste país não se traduzir em maior transparência em todo o processo de escolha dos projetos beneficiados e em mudança concreta das finalidades da Campanha da Fraternidade, que o dinheiro dos fieis católicos não sirva mais para financiar morte, violência e roubo.

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Sociedade,

UFRN sem partido, já!

Outdoor contra a doutrinação e perseguição política e ideológica na UFRN é instalado em frente a saída da universidade em Natal/RN.

Para protestar contra a perseguição e o constrangimento que alunos e professores passam por não serem ideologicamente alinhados com os ideais de esquerda e progressistas, movimentos apoiados por Jaufran Siqueira instalaram um outdoor com a frase #UFRNSemPartidoJá” na principal saída da Universidade Federal do Rio Grande do Norte

 

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Sociedade,

Novo livro de Jair Bolsonaro

Clique aqui http://bit.ly/LivroDoBolsonaro e baixe a primeira parte do novo livro de Bolsonaro escrito pelo Daniel França de Veras.

O livro, A Revolução Silenciosa, retrata os bastidores e causas políticas e sociais para a ascensão meteórica do deputado Jair Bolsonaro e como isso vai refletir nas eleições de outubro deste ano.

Leitura obrigatória para todos que querem compreender o fenômeno Bolsonaro.

Clique aqui e baixe o prefácio do livro: http://bit.ly/LivroDoBolsonaro